segunda-feira, 22 de abril de 2013

TÃO RESISTENTES QUANTO ELES!!!

Homens X Mulheres:

 Por que eles estão ficando para trás?

     Eles não são mais os mesmos: nascem frágeis, vão mal na escola, pior na faculdade e perderam terreno no mercado de trabalho; elas, por sua vez, ainda não sabem jogar com as regras que o mundo as privilegia. Entenda aqui o que está acontecendo com os sexos e quais são nossas diferenças. E por que, na verdade, são os homens que falam mais.

Homens
     Vida de espermatozoide não é fácil. Primeiro, é curta: não passa dos 3 ou 4 dias. Depois, é cruel: um espermatozoide tem de disputar uma corrida com outros 280 milhões de concorrentes e atravessar útero e trompas de falópio, tudo para alcançar seu alvo. Na concepção, para cada 100 mulheres geradas, 170 homens estão sendo desenvolvidos. Assim, logo de cara vão por água abaixo todas as esperanças de igualdade entre os sexos: desde o início a mãe natureza cuida de tratar cada gênero de maneira diferente. E esse é só o começo.

     Se tantos homens a mais são fecundados todos os dias, por que o mundo não está lotado deles? A resposta é: a maioria deles não chega a nascer. Muitos não passam da fase do zigoto.Quando os bebês vêm à luz, a diferença já caiu: nascem cerca de 105 homens para cada 100 mulheres. E continua caindo fora do útero.  A mortalidade infantil é 22% maior para meninos e eles têm probabilidade 50% maior de desenvolver problemas respiratórios. Ou seja, os homens são o sexo frágil quando nascem - e a culpa é das mulheres.

     Quando o feto masculino se desenvolve dentro do útero da mãe, faz sentido dizer que as mulheres são de Vênus e os homens são de Marte: é como se a mulher gerasse um alienígena dentro de si. O cromossomo Y do feto começa a produzir o antígeno H-Y, uma proteína que causa a rejeição de órgãos quando um tecido masculino é implantado no corpo feminino. O antígeno faz com que o sistema imunológico da mulher rejeite de leve o feto masculino. Isso torna o bebê mais frágil e mais suscetível à falta de alimentos ou infecções. Nessa disputa quem perde são os homens. A fragilidade masculina infantil dura muitos meses: nos primeiros anos, eles vão se desenvolver mais lentamente.


Meninos não ficam quietos
     Em um jardim de infância, o quadro que você verá serão grupos de meninas sentadas brincando em roda com bandos de meninos correndo ao redor. Meninos simplesmente não conseguem ficar quietos. E isso tem a ver com o amadurecimento cerebral mais lento nos primeiros anos de vida. É o que os cientistas chamam de controle de inibição. E o colégio exige dos alunos exatamente aquilo que os meninos mais têm dificuldade de fazer: concentrar-se. ão é à toa que as meninas vão melhor na escola.

     Quando chegam à universidade, a desvantagem é clara. No Brasil, 55% das pessoas que entram na faculdade e 59% das que a terminam são mulheres. Seja porque eles começam a trabalhar mais cedo, seja por falta de interesse, 40% mais homens largam os estudos em todos os níveis. O que está acontecendo com esses homens?

     Eles estão abandonando os estudos, preferem a companhia de outros homens, não conseguem manter relacionamentos estáveis e vivem em mundos alternativos, como os videogames e os filmes pornô. De fato, quando chega aos 21 anos, o jovem médio já passou 10 mil horas de sua vida jogando videogame. Homens que não sabem levar uma vida adulta e que deixam as mulheres assumir o papel de provedoras e líderes explica por que, em 2010, as mulheres viraram maioria na força de trabalho americana.

Mulheres
      Mesmo que você seja homem, até a oitava semana de gestação não havia como diferenciá-lo da Lady Gaga ou da Regina Casé. Até esse período todos os fetos são idênticos. É apenas nesse estágio do desenvolvimento embrionário que a distinção dos sexos começa, graças a um gene chamado SRY, que fica no cromossomo Y. É ele o responsável pela produção de testosterona ainda dentro do útero - e, por consequência, é ele o responsável pelo que você carrega hoje no meio das pernas. 

     Durante a infância, as diferenças entre meninos e meninas são mínimas. Mas já dá para reconhecer aquelas características que durante tanto tempo foram responsabilizadas pelas diferenças intelectuais entre os gêneros. Meninas falam mais cedo, já a partir do primeiro ano de idade.

Homens x Mulheres nas corridas
    As mulheres estão correndo há menos tempo do que os homens, mas são quase tão resistentes quanto eles e mais cuidadosas. Segundo uma pesquisa com 7.731 pessoas, 48% das corredoras iniciaram a prática há menos de dois anos, índice que cai para 30% entre os homens.

Corrida: Mulheres
  • Volume de treino: 33% das mulheres correm até 25 km por semana e 25% delas até 50 km;

  • Orientação profissional: 50% das mulheres procuraram orientação antes de começar a correr;

  • Índice de lesões: 50% das mulheres apresentam algum tipo de lesão;

  • Lesões mais freqüentes: 20% Tendinite no joelho, 16% Inflamação da tíbia e 13% Dor na coluna.
 
Corrida: Homens
  • Volume de treino: 30% dos homens correm até 25 km por semana e 33% deles até 50 km;

  • Orientação profissional: 33% dos homens procuraram orientação antes de começar a correr;

  • Índice de lesões: 54% dos homens apresentam algum tipo de lesão;

  • Lesões mais freqüentes: 20% Tendinite no joelho, 16% Inflamação da tíbia e 17% Dor na coluna.

     Portanto não estranhem se começarem a presenciar mais fatos como o da Ultramaratona 12 horas de Macaé... isso poderá se tornar rotineiro!

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