quinta-feira, 20 de março de 2014

AUTOVISTORIA PREDIAL

ARQUITETO, ENGENHEIRO E ULTRAMARATONISTA
Na vida temos momentos bons, momentos difíceis. Como engenheiro e arquiteto, sempre tive muitas atribuições em minha vida profissional. Comecei a correr ultramaratonas em 2011, como um desafio a aprender enfrentar e superar as dificuldades profissionais.
Desde então participei desde corridas de 5km até provas de 24 horas, passando por desafios de 50, 60, 70 e 100km solo, onde os desafios são os mais variados possíveis. Matas, frio, serras, ruas, calor...esta é uma modalidade desportiva que nunca foi fácil para mim de realizá-la.
Porém há momentos que devemos refletir tudo o que fazemos principalmente, quando o dever nos chama. Me afastei das longas provas, para poder justamente participar de mais um grande desafio: encarar as obras, projetos, vistorias e laudos que o momento me ofereceu.
Agora, cumprindo determinação da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro profissionais da construção concentram esforços para cumprir a árdua tarefa de vistoriarem todos os edifícios da cidade até o dia 01 de julho de 2014. Não será tarefa fácil, porém desafiadora como as ultramaratonas!!

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Motivar Sempre!







FOCA NA CORRIDA

FOCA COM DETERMINAÇÃO!


Madrugada de domingo, 11 de janeiro de 2014. Um pequeno grupo de corredores de aventuras se reúne em um ponto da Av. Brasil, partindo para mais uma corrida de aventura, no município de Miguel Pereira, sul fluminense da cidade maravilhosa.Sair da cama foi um pequeno detalhe, visto o calor excessivo que faz na cidade neste mês...

A aventura faz parte desses corredores, que acompanhados de seus familiares partiram em uma viagem de 2 horas até o sitio do amigo Dantas, em uma região montanhosa, de muito verde e ar puro. A viagem, cansativa pelas suas estradas tortuosas e íngrimes não desanimou esses corredores, que ao chegarem logo organizaram um delicioso caté da manhã reforçado para a aventura que nos aguardava.

De corpos alimentados, Ana Paula, Julia paradellla, Nei, Claudio, Fabio, Jonata e Dantas partiram para a aventura, onde no sítio Lázaro, por estar machucado ficava na contenção do almoço.

As trilhas logo se anunciaram convidativas a aventura, com percursos suaves e brisa ao rosto, numa lindfa manhã ensolarada...

Logo nas primeiras curvas Dantas, o nosso mestre de cerimônias avisava que a tranquilidade logo passaria...Fabio, gazeteiro de plantão ia e vinha por várias vezes, unindo o pelotão de frente com o grupo de lesionados (eu e Ana Paula )...como eu não poderia deixar de correr, Ana Paula me fez companhia, com a mesma lesão que tem me prejudicado ultimamente.

Muitas fotos foram tiradas, registrando o paraíso que é correr em trilhas e montanhas...verde, curvas, céu azul, natureza, a terra batida, o pasto verde...o que posso dizer de um cenário que se desenha surpreendente a cada nova curva?...maravilhoso...

Depois de pularmos porteiras, mexermos com o gado e contarmos piadas e lembranças de outras trilhas, finalmente, após subidas e descidas encontramos uma maravilhosa nascente d'agua, onde podemos nos refrescar! Surpresa maior ao saber que, na próxima curva já estávamos de volta ao sítio!A quilometragem? O que menos nos importou em uma paisagem espetaculosa...

Depois, foi só curtir o visual, o salto no lago, o haras do amigo Dantas, o almoço maravilhoso organizado pelos familiares e o grande Lázaro, a beleza, acolhida e lazer de primeira, principalmente por estarmos entre amigos, familiares e as corridas de aventura!

Isto sim é aventura, isto tudo é ser FOCA!

Seja um FOCA voce também...o maior grupo de CORREDORES DE AVENTURAS DA ZONA OESTE!

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

FOCAS ACIMA DE TUDO!

FOCA, SOU QUEM SOU


Ser um FOCA não é uma questão de gosto ou opção, mas um acontecimento de fundo metafísico, um arranjo cósmico ao qual não se pode - e nem se deseja - fugir.

Adaptado dos pensamentos da mente brilhante de Nelson Rodrigues, nada mais definitivo do que é ser um FOCA...um grupo que começou a se formar a partir de pessoas, simples e verdadeiras, adjetivos primordiais para a condição humana.


O que dizer destas pessoas, felizes por poderem, alguns todos os dias, outros menos um pouco e até aqueles que por motivos diversos pouco comparecem; mas a alma, o espírito que conduz essas pessoas surpreende até os mais profissionais quando falamos em corridas de ruas e montanhas.

FOCAS acordam sozinhas, olham para a janela, procuram a luz e, aos poucos se acostumam com a vastidão do silêncio, com a passagem do tempo, com o corpo lutando, com o pranto da dor, o frio da chuva ou da corrida o calor...mas sabem que nunca estão sozinhas, pois ao seu lado sempre haverão outras FOCAS...

A tristeza da fadiga, dor ou desgaste...não há como não se entristecer, mas não há como desistir. Deixam as lágrimas correr, que renovam por dentro, em silêncio. O coração, marejado organiza os sentimentos...um FOCA passa a limpo os seus sonhos e, da melhor forma ajeita a força que o move. Deixa o dia dormir porque amanhã será outro dia...

Um FOCA é corajoso o bastante para não se acostumar com essa ideia. FOCAS foram feitas para serem felizes, pois se assim não o fosse, Deus não teria caprichado tanto nos detalhes. Perseverar não é somente acreditar...é não deixar de crer na capacidade de renovação de nossas lágrimas.

Um FOCA é esforçado o bastante para vencer qualquer desafio, mas também quieto o bastante para que não o desafiem...é humano o bastante para errar e para ter dúvidas... é mais um na multidão, é o que é, é o que quer ser...e será sempre um FOCA. 



A excelência resulta do hábito. Um FOCA pratica atos justos, moderados e corajosos... ser corajoso é sair de sua zona de conforto e desafiar-se, todos os dias, fazendo ou dizendo coisas que não costumavam fazer ou dizer. Desafio é o seu lema. 





As pessoas são quem são. Os FOCAS são diferentes... quando correm pensam, falam e sabem como uma única alma. Somos assim, somos quem somos...somos todos FOCAS!

 O mestre e o discípulo não se descobrem como tais senão na relação que os une (...) pode-se dizer que é o discípulo que faz o mestre, e o mestre que faz o discípulo.” Gusdorf (1970:250).